Interessados (a), devem enviar currículo com assunto "Operador de Caixa" para o e-mail: rh@cazanova.com.br
O prazo de recebimento encerra na sexta-feira (04/09/2026).
A programação começa às 12h, com almoço no salão secundário da Casa do Comércio, e segue às 13h30 com painel conduzido pela economista Tania Bacelar. Referência em desenvolvimento regional, Tania vai abordar estratégias, possibilidades, infraestrutura e desafios da economia pernambucana, além de uma leitura dos possíveis impactos desses temas para a segurança e a defesa nacionais.
O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE, Bernardo Peixoto, destaca a relevância de contribuir com essa leitura de conjuntura para o planejamento estratégico das Forças Armadas. "É motivo de satisfação para o Sistema Fecomércio poder contribuir com um panorama tão completo sobre Pernambuco para uma instituição que pensa a segurança e o desenvolvimento do país", afirma.
A passagem pela Casa do Comércio faz parte de um roteiro mais amplo da comitiva no Recife, que inclui visitas a outras entidades como Fiepe, Porto Digital e Suape, com o objetivo de ouvir diferentes leituras sobre a conjuntura econômica local antes de retornar ao Rio de Janeiro.
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| foto: Duda Falcão por Roberta Scheffer |
O maior circuito literário do país chega a Pernambuco nos meses de agosto e setembro. O Arte da Palavra, idealizado pelo Sesc, realiza ações em diversas unidades do estado. Com a proposta de estimular a formação de leitores e a divulgação de novos autores, o projeto busca valorizar obras e escritores brasileiros e as novas formas de produção e fruição literária.
“A literatura brasileira é marcada por uma grande diversidade de vozes, sotaques, experiências e territórios. O Arte da Palavra tem justamente esse papel de colocar essas diferentes produções em circulação, aproximando escritores de públicos de várias partes do país”, destaca Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac – PE.
A cidade de Buíque vivencia, até sexta-feira (28), o Circuito de Criação, com Duda Falcão (RS). Ele é o facilitador da formação “Criando Mundos e Personagens Fantásticos”, na qual apresenta características da ficção científica, da literatura fantástica, da fantasia e do horror. Esta mesma oficina aconteceu, nesta quarta-feira (26), no Centro Cultural Sesc, em Garanhuns, e vai para Arcoverde, nos dias 29 e 30.
O Circuito de Oralidades levou a Surubim, nesta quarta (26), a rapper e escritora Serena MC (MS), que apresentou o texto “YEDA – Retorno dos Encantados”, uma linha do tempo sobre sua origem espiritual, a partir da história de vida de Yeda, sua avó paterna indígena Guató.
Ainda no Centro Cultural Sesc Garanhuns, haverá etapa do Circuito de Autores, nesta sexta (28), com presença dos escritores Tácio Pimenta (TO) e Lília Guerra (SP). Na ação, ambos apresentam detalhes de suas obras e como se constrói a produção literária.
As atividades de setembro começam com o Circuito de Criação Literária, em Surubim, na terça-feira, dia 1º, e na quarta, dia 2. A artista Ira (ES) promove a oficina “Slam de Poesia – Performance Poética, Oralidade e Escrita Criativa”. A proposta dessa formação é proposta despertar a potência da palavra falada por meio de uma experiência coletiva que une escrita, corpo e performance.
A narradora Camila Costa (RJ), fará três apresentações, em sequência, como convidada do Circuito de Oralidades. Ela vai levar a sessão de contos “Nem muito longe, nem muito perto daqui” para Belo Jardim, no dia 1º, Buíque, no dia 2, e para o Centro Cultural Sesc Garanhuns, no dia 3.
Arcoverde receberá as autoras Carla Guerson (ES) e Lari Mundim (GO), que falarão de suas trajetórias literárias pelo Circuito de Autores, no dia 2 de setembro. No dia 4, a artista Blenda Santos (SE), convidada do Circuito de Oralidades, apresenta a performance “Crio Tecnologias com a Boca - Intervenção Poética”, que une corpo, voz e memória, transformando palavra em movimento e resistência em arte.
Para participar das atividades, o público pode fazer inscrições nas Centrais de Relacionamento das unidades. Os Circuitos de Oralidades e de Autores são gratuitos. O de Criação Literária têm uma taxa de inscrição, com preço especial para trabalhadores do comércio e seus dependentes, que estão com a Credencial Sesc em dia.
Serviço: Arte da Palavra, no Interior de Pernambuco
Realização: Sesc Pernambuco
Inscrições, nas Centrais de Relacionamento das unidades
Sesc Arcoverde: Av. Cap. Arlindo Pacheco de Albuquerque, 364 – Centro
Informações: (87) 3822-2901 (Whatsapp)
Sesc Ler Belo Jardim: Av. Pedro Leite Cavalcanti, s/n – Cohab II
Informações: (81) 3726-1576 / (81) 99805-0071 (Whatsapp)
Sesc Ler Buíque: Rua Projetada, s/n – Frei Damião
Informações: (87) 99682-0059 (Whatsapp)
Centro Cultural Sesc Garanhuns: Rua Cônego Benigno Lira, s/n – Centro
Informações: (87) 3762-3154 (Whatsapp)
Sesc Ler Surubim: Rua Frei Ibiapina, s/n – São José
Informações: (81) 99805-0067 (Whatsapp).
Da ASCOM
Dados da PNAD Contínua de 2025 mostram que estado tem renda média 25% abaixo da nacional; Em Recife a média é de R$ 4.075, enquanto a média estadual é de R$ 2.771
Foto: Marcelo Casal Jr. (Agência Brasil)
A renda média do trabalho em Pernambuco foi de R$ 2.827 em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. O valor representa 75% da média nacional, que foi de R$ 3.776 no mesmo período.
No Nordeste, a renda média do trabalho foi de R$ 2.605, deixando Pernambuco acima da média regional, mas abaixo de estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, que puxam a média nacional para cima.
O rendimento domiciliar per capita em Pernambuco foi de R$ 1.568 em 2025, posicionando o estado na 19ª colocação entre as 27 unidades da federação. Esse patamar coloca Pernambuco acima de Maranhão (R$ 1.245), Piauí (R$ 1.312) e Alagoas (R$ 1.389), mas ainda distante de São Paulo (R$ 2.891), Santa Catarina (R$ 2.654) e Distrito Federal (R$ 3.102), onde a renda per capita supera R$ 2.500.
A renda média de aposentadorias e pensões em Pernambuco foi de R$ 2.374 em 2025, acima da média nordestina (R$ 2.261), mas abaixo da nacional (R$ 2.697). No contexto regional, Bahia registrou R$ 2.401, Ceará R$ 2.298 e Paraíba R$ 2.187, mostrando que Pernambuco está em posição intermediária entre os estados do Nordeste.
Recife puxa média para cima
Dados mais recentes, referentes a 2026, indicam que a renda média do trabalhador em Recife foi de R$ 4.075. No estado como um todo, o indicador ficou em R$ 2.771. Essa diferença de quase R$ 1.300 entre a capital e a média estadual reflete padrão observado em outros estados nordestinos: na Bahia, a renda média em Salvador é de R$ 4.312, enquanto no estado é de R$ 2.689; no Ceará, Fortaleza registra R$ 3.845 contra R$ 2.534 na média estadual.
Pernambuco tem uma força de trabalho de 3,8 milhões de pessoas ocupadas em todas as regiões do estado. No contexto nacional, São Paulo concentra 19,5 milhões de ocupados, Minas Gerais 9,8 milhões e Bahia 3,9 milhões, número próximo ao de Pernambuco.
Cenário nacional
Levantamento com microdados da PNAD Contínua do segundo trimestre de 2026 mostra que 69,1% dos trabalhadores ocupados no Brasil ganham até R$ 3.242 por mês, valor equivalente a dois salários mínimos em 2026. No Nordeste, esse percentual é superior à média nacional, enquanto no Sul e Sudeste é inferior.
Estados como Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentam os menores percentuais de trabalhadores nessa faixa de renda, enquanto Maranhão, Piauí e Alagoas registram os maiores índices.
Norma prevê ações de conscientização e iluminação de prédios públicos
A lei estabelece ainda que a implementação das ações deverá respeitar a disponibilidade orçamentária e ocorrer de forma articulada entre União, estados, Distrito Federal e municípios.
As atividades também deverão estar alinhadas às diretrizes do Ministério da Saúde.
Segundo o texto, a campanha busca fortalecer as iniciativas de conscientização sobre a necessidade de doações regulares de sangue.
Tais medidas são consideradas essenciais para o atendimento de pacientes em tratamentos médicos, cirurgias, emergências e outras situações que demandem transfusões.
Da Agência Brasil
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Fotos: Reprodução - Treinão Surubim
Formação realizada em parceria com o projeto Treinão Surubim reuniu aulas práticas e teóricas e capacitou homens e mulheres para o mercado de trabalho
A solenidade contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Bruno Veloso; do diretor do SENAI Caruaru, Daniel Fagundes; e do fundador do projeto Treinão Surubim, Muller Barbosa, responsável pela articulação para a realização do curso no município. Também participaram coordenadores, integrantes do apoio pedagógico do SENAI e o instrutor de mecânica automotiva Aminadab Silva, responsável pelas turmas.
A capacitação teve como objetivo ampliar as oportunidades de qualificação profissional para homens e mulheres de Surubim. Durante as aulas, os participantes receberam conhecimentos teóricos e práticos sobre funcionamento, manutenção, conserto e montagem de motores de motocicletas de baixa cilindrada.
O curso começou no dia 27 de junho e foi concluído na quinta-feira (20 de agosto). Foram formadas duas turmas, com aulas nos períodos da tarde e da noite, de segunda a sexta-feira.
Formação abre novas oportunidades profissionais
Durante a cerimônia, os representantes das instituições destacaram a importância de levar uma formação profissional do SENAI para fora de Caruaru, ampliando o acesso à capacitação. A iniciativa também foi apontada como uma oportunidade para os participantes ingressarem em uma nova área profissional, aperfeiçoarem conhecimentos ou conquistarem uma fonte adicional de renda.
Na entrega dos certificados, Muller Barbosa avaliou positivamente a parceria com o SENAI e anunciou a intenção de dar continuidade à iniciativa. Segundo ele, novos cursos profissionalizantes deverão ser divulgados em breve e realizados em Surubim ainda neste ano.
O salário mínimo deverá subir para R$ 1.741 em 2027, disse nesta segunda-feira (24) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A estimativa será incluída no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que será enviado ao Congresso Nacional até 31 de agosto.
O valor representa um aumento de R$ 120, ou 7,4%, sobre os atuais R$ 1.621. A nova projeção também ficou R$ 24 acima da estimativa de R$ 1.717 apresentada pelo governo no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) em abril.
O reajuste tem impacto direto nas contas públicas porque o salário mínimo é usado como referência para benefícios previdenciários e assistenciais. Ao mesmo tempo, uma elevação acima da inflação aumenta o poder de compra de trabalhadores e beneficiários que recebem o piso.
“Cumprindo a legislação brasileira, dentro do nosso espírito de privilegiar a população mais carente, vai também para a Previdência e para os benefícios sociais que têm indexação no salário mínimo”, afirmou Durigan nesta noite.
Inflação define valor
Os R$ 1.741 ainda são uma projeção. O valor definitivo será conhecido no fim de 2026, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. O INPC mede a inflação para famílias com renda de até oito salários mínimos.
A regra atual combina a inflação medida pelo INPC com um ganho real (acima da inflação) de 2,5%, dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Por isso, uma inflação diferente da estimada pelo governo poderá alterar o valor final.
A previsão de R$ 1.741 inclui um ganho acima da inflação, o que significa aumento real da renda para quem recebe o piso, desde que a inflação efetiva fique dentro das estimativas consideradas no cálculo.
Pressão sobre gastos
O reajuste também representa aumento das despesas do governo. Cerca de 45% dos benefícios do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) têm valor vinculado ao salário mínimo.
A alta afeta pagamentos como aposentadorias e pensões do INSS, Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial. A contribuição previdenciária dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também é influenciada pelo piso.
Esse efeito torna o salário mínimo uma variável importante para o planejamento das contas públicas. Quanto maior o reajuste, maior tende a ser a despesa do governo com benefícios vinculados ao piso.
Efeito na economia
O aumento também pode estimular o consumo, principalmente entre famílias de menor renda, que tendem a destinar uma parcela maior dos recursos recebidos para despesas básicas.
Por outro lado, o impacto fiscal limita o espaço do governo para ampliar outras despesas. O reajuste do mínimo, portanto, envolve um equilíbrio entre aumento da renda, preservação do poder de compra e controle das contas públicas.
Durigan afirmou que o Orçamento de 2027 será elaborado levando em conta esse cenário e destacou que o governo pretende manter o ganho real previsto para o salário mínimo e controlar o crescimento de outros gastos obrigatórios.
“Para o ano que vem, a gente projeta o aumento das obrigatórias um pouco inferior ao aumento geral do orçamento. As medidas têm o condão de dar racionalidade, de que modo que a regra com ganho real do arcabouço fiscal vai ter um ganho real maior do que as obrigatórias amplamente consideradas”, argumentou o ministro.
Orçamento no Congresso
O PLOA de 2027 será encaminhado ao Congresso Nacional até 31 de agosto e ainda passará pela análise dos parlamentares.
O valor definitivo do salário mínimo só será conhecido em dezembro, quando for divulgado o INPC de novembro. Se a projeção de R$ 1.741 for confirmada, o novo piso entrará em vigor em janeiro de 2027.
Para o governo, a mudança terá impacto simultâneo sobre a renda de milhões de brasileiros e sobre as despesas públicas, fazendo do salário mínimo uma das principais variáveis do Orçamento do próximo ano.
Da Agência Brasil