Na disputa pelo título de Mister Emancipação de Surubim 2026, Jonas Duarte foi o vencedor e recebeu prêmio de R$ 1 mil. Maria Eduarda conquistou o título de Miss Emancipação de Surubim 2026, também com premiação de R$ 1 mil.
Na disputa pelo título de Mister Emancipação de Surubim 2026, Jonas Duarte foi o vencedor e recebeu prêmio de R$ 1 mil. Maria Eduarda conquistou o título de Miss Emancipação de Surubim 2026, também com premiação de R$ 1 mil.
| Foto: Luís Germano - Negócios & Informes |
A iniciativa busca alertar cidadãos, candidatos e apoiadores quanto às vedações previstas na lei, visando evitar apreensões de materiais e aplicação de multas aos beneficiários, diz o documento. A fiscalização fundamenta-se na Lei Federal nº 9.504/1997 e na Resolução TRE-PE nº 535/2026.
A legislação eleitoral proíbe a fixação, colagem, engastamento ou amarração de bandeiras em estruturas de imóveis residenciais, a exemplo de portões, muros, grades, mastros ou suportes. A utilização do material é admitida apenas em vias públicas, de maneira móvel, entre 6h e 22h, e sem causar interrupção no fluxo de pedestres ou ciclistas.
Em residências privadas, a norma autoriza somente a colocação de adesivos plásticos em janelas ou veículos, com dimensão máxima de 0,5 m2 por unidade, aplicados de forma espontânea e gratuita.
O órgão orienta a população a efetuar a remoção voluntária e imediata das bandeiras fixadas em casas. A permanência das estruturas sujeita o material à apreensão pelas equipes de fiscalização da Justiça Eleitoral.
Do Correio do Agreste

Foto: Danilo Leal e Thalita Rodrigues
Nos próximos dias 5 e 7 de setembro, às 19h, o Reduto Cenalab apresenta o espetáculo teatral Ópera d’Água, no Reduto Coletivo, em Surubim, no Agreste de Pernambuco. As apresentações têm entrada gratuita.
A montagem conduz o público até Aqui, uma cidade ficcional onde a água se tornou a única moeda de troca. Nesse território marcado pela escassez, as relações sociais são atravessadas pela disputa pelo recurso essencial à vida, revelando os dramas, contradições e diferentes camadas da população.
Ao transformar a água em elemento central da narrativa e das relações entre os personagens, o espetáculo propõe uma reflexão sobre escassez, desigualdade, poder, sobrevivência e as formas como as populações do interior convivem com a falta d’água.
A temporada em Surubim integra uma circulação pelo Agreste pernambucano e paraibano, que seguirá por mais quatro cidades entre os meses de setembro e outubro. A circulação amplia o encontro do espetáculo com diferentes territórios e públicos, especialmente em regiões que vivenciam de maneira direta os impactos das questões relacionadas à água.
SERVIÇO
Ópera d’Água - Reduto Cenalab
5 e 7 de setembro de 2026
19h
Reduto Coletivo-Surubim/PE
Entrada gratuita, retirada de ingresso pelo sympla
Importante: para participar da experiência proposta pelo espetáculo, cada pessoa deve levar 500 ml de água limpa/potável.
Sobre o espetáculo:
Ópera d’Água é uma criação do Reduto Cenalab que articula teatro, memória e questões sociais para abordar a relação entre território, escassez hídrica e poder. A obra nasceu a partir das inquietações provocadas pelo colapso da Barragem de Jucazinho, em 2016, e permanece atual diante dos desafios enfrentados pelas populações do Agreste.
Após Surubim, a circulação segue por outras quatro cidades do Agreste de Pernambuco e da Paraíba, entre setembro e outubro de 2026.
Da ASCOM
A Barragem de Jucazinho, inicia o quadrimestre mais seco do ano registrando 3,89% de sua capacidade de armazenamento ou 7,96 milhões de m³, conforme dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Embora o índice seja muito baixo, o cenário atual é melhor do que o mesmo período do ano passado.
(Foto: Reprodução/ Instagram/@adenor_pereiraa)
Em setembro de 2025, o reservatório operava com apenas 2,21% de seu volume útil — o equivalente a 4,52 milhões de m³. A situação se agravou em dezembro quando o manancial chegou a menos de 1% da capacidade.
2026 começou com a barragem acumulando apenas 0,5% em janeiro e exigindo o uso emergencial de bombas flutuantes. No entanto, o inverno trouxe um alívio, com o reservatório atingindo o seu pico anual de 4,06% (8,32 milhões de m³), o que permitiu a desativação do bombeamento flutuante e o retorno da operação por gravidade.
Desde então, o nível estabilizou-se ligeiramente abaixo dos 4%. A grande diferença que mantém Jucazinho em situação melhor em relação ao ano passado não é apenas a água da chuva, mas o fato de que cidades como Caruaru, Riacho das Almas, Toritama, Bezerros e Gravatá passaram a ser abastecidas pelas águas do Rio São Francisco através da Adutora do Agreste.
Com a retirada desses municípios, o volume restante da barragem pôde ser concentrado no atendimento de cidades como Surubim, Casinhas, Frei Miguelinho, e Santa Maria do Cambucá. Segundo a Compesa, essas localidades também receberão as águas do Rio São Francisco por meio do Lote 4B da Adutora do Agreste. Testes já estão sendo realizados, mas ainda não há previsão de quando a intervenção estará em funcionamento.
Apesar do panorama ser mais favorável do que o fim de 2025, a situação exige cautela. Com o fim do período chuvoso na região e o início dos meses historicamente mais quentes e de maior evaporação (setembro a dezembro), o consumo consciente da água continua sendo a principal regra.
Do Correio do Agreste
Agências bancárias não abrem
As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao público. As compensações bancárias não serão efetivadas nessa data, incluindo a TED. Já o PIX, que funciona 24 horas todos os dias úteis e feriados, poderá ser feito normalmente. Na terça-feira, 08/09, o atendimento ao público segue normalmente nas localidades onde não é feriado estadual ou municipal ou há ponto facultativo.
Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento no feriado (07/09) poderão ser pagos, sem acréscimo, no próximo dia útil, nas localidades onde não há feriado.
Entidade defende que mudanças na jornada de trabalho sejam votadas apenas após as eleições
(MakerMidia)
Pernambuco pode perder 49.866 postos de trabalho, o equivalente a 4% dos empregos, caso a jornada semanal seja reduzida de 44 para 40 horas, mantendo os salários. A estimativa faz parte de um estudo apresentado pelo Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE sobre os possíveis impactos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1.
Em um segundo cenário analisado, que considera o pagamento de hora extra pelo trabalho no sexto dia, a projeção é ainda maior: 71.308 postos de trabalho a menos, uma redução de 5,7%.
Estudo aponta impactos sobre renda e consumo
O levantamento aponta que Pernambuco tinha 2,09 milhões de vínculos formais ativos em dezembro de 2025, sendo que cerca de 1,24 milhão de trabalhadores atuavam em jornadas superiores a 40 horas semanais. No comércio de bens, serviços e turismo, 860.381 trabalhadores estavam formalmente submetidos à escala 6x1.
No cenário de pagamento de hora extra pelo sexto dia, o estudo estima uma redução de R$ 183 por mês na renda do trabalhador, com impacto anual de R$ 2,74 bilhões na massa salarial e de R$ 2,33 bilhões no consumo. A arrecadação de INSS, FGTS e IRRF poderia sofrer uma redução de R$ 1,26 bilhão por ano.
A entrevista coletiva também reuniu representantes da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Pernambuco (Faepe) e da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste (Fetracan).
Fecomércio-PE defende cautela na votação
O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Bernardo Peixoto, afirmou que uma eventual mudança na jornada precisa ser discutida com cautela, considerando os efeitos sobre empresas, trabalhadores e consumidores.
“É preciso discutir esse tema com muita cautela, porque qualquer mudança na jornada de trabalho provoca impactos diretos sobre os custos das empresas, a geração de empregos e os preços para o consumidor. Defendemos que esse debate seja conduzido com responsabilidade, ouvindo trabalhadores e empregadores e considerando as particularidades de cada atividade econômica”, afirmou.
O posicionamento faz parte de uma mobilização nacional liderada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que defende que a proposta não seja votada antes das eleições. Com o lema “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não”, a campanha pede uma discussão mais ampla sobre os efeitos da mudança.
A CNC defende que eventuais alterações nas jornadas sejam discutidas por meio de convenções e acordos coletivos, levando em consideração as características de cada setor e região.
“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade”, afirmou o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.
A PEC que trata do fim da escala 6x1 está em discussão no Congresso Nacional e prevê alterações nas regras constitucionais relacionadas à jornada de trabalho e aos períodos de descanso.
Do Diario de Pernambuco
Atualização segue padronização nacional da ANEEL para todas as distribuidoras do país
O item “Código de Instalação” também deixou de existir na fatura de energia. As mudanças, que entraram em vigor na terça-feira (1º), seguem um padrão nacional definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para todas as distribuidoras do país.
A atualização está localizada no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que aparecia o “Código do Cliente”. A mudança é feita automaticamente, sem necessidade de alguma ação do consumidor.
De acordo com a Neoenergia Pernambuco, o objetivo da alteração é simplificar a identificação do contrato, unificando o formato em todo o setor elétrico, facilitando a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores.
A simplificação facilita o processo de coleta e inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único (CadÚnico) pelas prefeituras municipais para concessão da Tarifa Social para famílias de baixa renda. A medida também permite mais rapidez na resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia.
Padronização nacional
A padronização segue a Resolução Normativa nº 1.095/2024 da ANEEL, que estabelece um modelo nacional para identificação das instalações de consumo de energia elétrica. O Número da Unidade Consumidora é inalterável, e passa a ser vinculado ao imóvel e não mais ao consumidor.
Cada domicílio passa a ter um número próprio, com 15 dígitos, em um formato único definido nacionalmente pela ANEEL. A atualização é aplicada a todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com fornecimento suspenso ou desligado.
Durante o período de transição, que será de 12 meses, será possível utilizar tanto o número antigo, identificado como “Código do Cliente”, quanto o novo “Número da Unidade Consumidora” para acessar os serviços da distribuidora. Após esse período, o novo número de 15 dígitos passará a ser o único identificador oficial da unidade consumidora.
Do Diario de Pernambuco
Governo estima R$ 157,1 bilhões para o programa no próximo ano
Bolsa Família (Roberta Aline / MDS )
Enviada na última segunda-feira (31) ao Congresso Nacional, a proposta de Orçamento para 2027 não prevê reajuste nos valores do Bolsa Família. O projeto reserva R$ 157,1 bilhões para o programa social, valor inferior aos R$ 158,6 bilhões previstos para 2026 e aos R$ 167,2 bilhões destinados em 2025.
Com a proposta, o benefício mínimo permanece em R$ 600 por família. O congelamento ocorre em meio ao esforço da equipe econômica para conter o crescimento das despesas obrigatórias e transfere ao Congresso a discussão sobre uma eventual correção dos valores durante a tramitação do Orçamento.
Benefício congelado
O Bolsa Família não tem reajuste desde seu relançamento, em março de 2023.
A legislação do programa prevê que os valores podem ser corrigidos em um intervalo de até dois anos. Na interpretação do governo, porém, a regra autoriza a revisão, mas não determina que ela seja obrigatória.
Além do benefício mínimo de R$ 600, o programa prevê pagamentos adicionais conforme a composição da família. Existem benefícios extras de R$ 150 por criança de até 6 anos, de R$ 50 por gestante, de R$ 50 por jovem de 7 a 18 anos incompletos e de R$ 50 por bebê de até 6 meses.
Os adicionais são cumulativos, de acordo com as características de cada família.
Quem recebe
Para ter direito ao Bolsa Família, a renda mensal por pessoa da família deve ser até R$ 218. Também é necessário manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as condicionalidades previstas nas áreas de saúde e educação.
Em agosto, o programa alcançou cerca de 19,3 milhões de famílias. No mesmo período de 2025, eram aproximadamente 19,2 milhões de famílias atendidas.
O número de beneficiários, portanto, permanece próximo ao registrado no ano anterior, apesar da redução na previsão orçamentária para 2027.
Pressão no Congresso
A decisão de manter os valores sem correção ocorre em um cenário de maior pressão sobre as contas públicas. O governo prevê redução nominal dos recursos destinados ao programa, enquanto tenta limitar o avanço das despesas obrigatórias.
Durante a tramitação do projeto no Congresso, parlamentares poderão discutir alterações na previsão orçamentária e pressionar por uma eventual recomposição dos benefícios.
Da Agência Brasil