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quinta-feira, 3 de abril de 2025

Secretaria de Assistência Social de Surubim está em novo endereço

A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos de Surubim está em um novo endereço para atendimento à população. Localizada na Rua Antônio Medeiros Sobrinho, nº 97, ao lado da loja Tintolândia, a secretaria agora oferece um espaço mais amplo, arejado e confortável para os usuários dos serviços públicos.


A secretária Thaís Karine destacou a mudança como um avanço para a cidade: "Nos mudamos para melhor atender a população. Vocês terão um lugar com mais conforto. Podemos, assim, trazer mais qualidade e dignidade para todos os usuários da assistência", ressaltou.



Além do Cadastro Único (CadÚnico) e do Bolsa Família, a secretaria também disponibiliza a Junta Militar, onde os cidadãos podem solicitar o certificado de reservista. Enquanto isso, o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) permanece no mesmo local (Av. Severino Clemente de Arruda, nº 374). A secretaria informa que, ainda nesta semana, o atendimento do Bolsa Família será retomado nas unidades.


Já o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) está funcionando na Rua José de Souza Barbosa, nº 113, atrás da Escola Ermelinda de Lucena Barbosa, no bairro de São Sebastião. Para mais informações, os cidadãos podem procurar a secretaria ou acompanhar as redes sociais oficiais da Prefeitura de Surubim.


Do Portal da Cidade Surubim





Momento é de detalhar impactos e reforçar o diálogo com os Estados Unidos, avalia CNI

O anúncio de tarifas adicionais de 10% sobre os produtos brasileiros, impostas pelo governo dos Estados Unidos, foi recebido com preocupação e cautela pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a instituição, é preciso fazer uma análise detalhada das medidas divulgadas hoje pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e insistir no diálogo para preservar uma relação bilateral histórica e complementar entre o Brasil e os EUA.  


"Claro que nos preocupamos com qualquer medida que dificulte a entrada dos nossos produtos em um mercado tão importante quanto os EUA, o principal para as exportações da indústria brasileira. No entanto, precisamos fazer uma análise completa do ato. É preciso insistir e intensificar o diálogo para encontrar saídas que reduzam os eventuais impactos das medidas", avalia Ricardo Alban, presidente da CNI.


A tarifa adicional de 10% anunciada pelos EUA afetará todos os países e entrará em vigor no dia 5 de abril. Foram anunciadas também tarifas mais altas para países com os maiores déficits comerciais com os EUA, como China (34%), União Europeia (20%) e Japão (24%), a partir de 9 de abril.

No caso de aço, alumínio, e veículos e autopeças, prevalecerá a tarifa de 25%, anunciada recentemente.

Estados Unidos são principal destino de exportações da indústria de transformação brasileira

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações brasileiras da indústria de transformação, especialmente de produtos de maior intensidade tecnológica, além de liderarem o comércio de serviços e os investimentos bilaterais. Somente em 2024, a indústria de transformação brasileira exportou US$ 31,6 bilhões em produtos para os EUA. Nesse ano, a cada R$ 1 bilhão exportado para os EUA, foram criados 24,3 mil empregos, R$ 531,8 milhões em massa salarial e R$ 3,6 bilhões em produção.

Um levantamento da CNI destaca os produtos mais exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. De 20 itens analisados, em 13, os EUA são os principais compradores do produto brasileiro.

Confira os principais produtos exportados aos EUA e a participação na exportação total:

  1. Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos - os EUA são destino de 11,5% das exportações do produto;
  2. Outros produtos semimanufaturados, de ferro ou aços, não ligados, contendo em peso < 0,25% de carbono, de seção transversal retangulares – os EUA lideram como destino de 74,5% das exportações desse produto; 
  3. Ferro fundido bruto não ligado, contendo, em peso <= 0,5% de fósforo - os EUA lideram como destino de 71% das exportações do produto; 
  4. Café não torrado, não descafeinado - os EUA são destino de 18% das exportações do produto; 
  5. Aviões e outros veículos aéreos, de peso > 15.000 kg, vazios - os EUA lideram como destino de 54,5% das exportações do produto; 
  6. Pasta química de madeira de não conífera, à soda ou sulfato, semibranqueada ou branqueada - os EUA são destino de 14,7% das exportações do produto; 
  7. Produtos semimanufaturados, de outras ligas de aços - os EUA lideram como destino de 94,9% das exportações do produto; 
  8. Outros óleos de petróleo ou de minerais betuminosos e preparações, exceto desperdícios - os EUA são destino de 7,1% das exportações do produto; 
  9. Aviões e outros veículos aéreos, de peso > 2.000 kg e <= 15.000 kg, vazios - os EUA lideram como destino de 97,4% das exportações do produto; 
  10. Bulldozers e angledozers, de lagartas, autopropulsores - os EUA lideram como destino de 58,7% das exportações do produto; 
  11. Carregadoras e pás carregadoras, de carregamento frontal, autopropulsores - os EUA lideram como destino de 57,3% das exportações do produto; 
  12. Carnes de bovino, desossadas, congeladas - os EUA são destino de 4,6% das exportações do produto; 
  13. Madeira de coníferas, perfilada - os EUA lideram como destino de 98% das exportações do produto; 
  14. Óleos leves e preparações - os EUA lideram como destino de 46,7% das exportações do produto; 
  15. Preparações alimentícias e conservas, de bovinos - os EUA lideram como destino de 59,7% das exportações do produto; 
  16. Minérios de ferro aglomerados e seus concentrados - os EUA são destino de 12,8% das exportações do produto; 
  17. Óxidos de alumínio, exceto corindo artificial - os EUA são destino de 13,8% das exportações do produto; 
  18. Sucos de laranja não congelados, não fermentados, com valor Brix <= 20 - os EUA lideram como destino de 54% das exportações do produto; 
  19. Outras partes para motores diesel ou semidiesel - os EUA lideram como destino de 30,8% das exportações do produto; 
  20. Niveladores - os EUA lideram como destino de 45,3% das exportações do produto.





quarta-feira, 2 de abril de 2025

Museu Universo Compesa recebe mostra fotográfica internacional Água é Vida

Foto: Aluísio Monteiro/Divulgação Compesa

A exposição internacional de fotografia -  Água é Vida, montada pela Embaixada dos Países Baixos, segue em cartaz até 30 de abril no Museu Universo Compesa. Depois de passar por diversos países, a mostra foi inaugurada na última segunda-feira (31) para visitação no hall da sede administrativa da Compesa, no bairro de Santo Amaro, Recife. As visitas poderão ser agendadas pelo telefone (81) 99488-5059.


A exposição conta com 19 fotografias de diferentes países, e entre os cliques escolhidos está o do pernambucano José Nunes, cuja foto - única representante brasileira na mostra - traz um pescador puxando sua rede cheia de resíduos plásticos no rio Capiberibe. Além do Brasil, participam da exposição fotógrafos de Bangladesh, Benim, Egito, Eslovênia, Filipinas, Índia, Líbia, Macedônia do Norte, Mali, Malta, Marrocos, México, Moçambique, Nigéria, Paquistão, Peru, Quênia e Tanzânia.


“Um novo momento é percebido pelo Museu Universo Compesa que, além das exposições autorais, passa a receber agora mostras de outras instituições. A novidade surge inclusive com uma exposição fotográfica muito significativa, sensivelmente elaborada pela Embaixada dos Países Baixos que, diante do atual cenário mundial, idealizou e produziu a mostra para reflexão”, destacou o presidente da Compesa, Alex Campos.


As fotos registram cenas de desrespeito ao meio ambiente, cada vez mais comuns em países do mundo inteiro, assim como a poluição dos oceanos e rios, toneladas de plástico e lixo jogados em seus leitos; água imprópria sendo consumida pela população e a total falta de água para consumo. Esse conjunto de imagens convida o visitante a uma reflexão necessária sobre a importância da água para a existência humana.

 

“A exposição tem um significado muito importante para os Países Baixos, pois tem como objetivo contribuir, de forma interativa, com a construção do pensamento crítico da sociedade sobre essa demanda mundial urgente, que é o cuidado com a água”, afirmou Annelijn W. van den Hoek, Cônsul Honorária dos Países Baixos.


A secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, destacou a importância da água abordada na exposição. “A água é muito mais que um recurso essencial para a vida. Para Pernambuco, as águas são fonte de história, identidade e inspiração. Portanto, é muito oportuna essa reflexão proposta pela Embaixada dos Países Baixos e que a Compesa recebe e abre agora ao público”, destacou.


Da ASCOM



Brasil descarta 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis por ano

Cerca de 4 milhões de toneladas de resíduos têxteis são descartados a cada ano pelos domicílios brasileiros. Só no ano passado, cada residência do país descartou em torno de 44 quilos de roupas e calçados. 


O dado foi divulgado pela consultoria internacional S2F Partners, um hub de inteligência especializada em gestão de resíduos e economia circular.


“Ao contrário de outros segmentos que estão encaminhados no processo da coleta seletiva, o setor têxtil precisa incorporar alguma iniciativa nesse sentido", diz Carlos Silva Filho, sócio da S2F Partners e membro do Conselho da Organização das Nações Unidas (ONU) para temas de resíduos.


Há ainda muitos desafios diante das características desse tipo de resíduo, como o tempo de decomposição de alguns tecidos, que podem levar de cinco a dez anos, e outros que podem demorar centenas de anos para se decompor”, explica. 


Considerando o universo total de descartes, cada brasileiro jogou fora cerca de 382 quilos de materiais em 2023, sendo que a maior parte desses resíduos eram de fração orgânica (45,3%), seguido pelo de resíduos secos (33,6%). Os resíduos têxteis, couros e borrachas representaram 5,6% desse total, somando cerca de 4,6 milhões de toneladas no ano.


Atualmente se estima que o setor têxtil seja responsável por entre 2% e 8% das emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo e consuma cerca de 215 trilhões de litros de água de por ano, o que equivale a cerca de 86 milhões de piscinas olímpicas. 


Segundo Silva Filho, a chamada fast fashion, que é a produção em larga escala de roupas com preços baixos e rápida rotatividade, está levando as pessoas a comprar mais, mas usar por menos tempo, com um custo de US$ 460 bilhões por ano. 


“Quando se observa a quantidade de resíduo têxtil descartado nos lares, acende-se a luz vermelha de que é necessário pensar em ações prioritárias de sustentabilidade na linha de produção e no mundo da moda, agregando materiais e processos com mais possibilidades de estender a vida útil e viabilizar o reaproveitamento, mas também uma forma de consumir de forma mais consciente, assim como atuação do poder público de forma a regular o descarte correto desses materiais, sempre com a tentativa máxima de reutilização”, acrescentou o membro do conselho da ONU.


Da Agência Brasil



Duo Clinic Surubim na pauta do "Conversa Afiada" no Negócios & Informes, nesta quinta (3)

Nesta quinta-feira (3), a Duo Clinic Surubim  na pauta do "Conversa Afiada" no Negócios & Informes. No bate-papo ao vivo com seguidores, Kelyne Arruda e Sávio Duarte, irão destacar a programação do 6º aniversário da Clínica de Saúde e Odontologia.

A live será comandada pelo editor, Luís Fernando Germano, a partir de 19h30. O qual será transmitido ao vivo, através do perfil no YouTube (@negocioseinformes ), onde os seguidores poderão interagir. Para assistir, clique AQUI.


Perfis: Kelyne Arruda, Fonoaudióloga Clínica e Hospitalar; Graduada pela Universidade Católica de Pernambuco; Pós Graduada especialista em patologias da linguagem, disfagia e fonoaudiologia hospitalar; Pioneira em Surubim e região no serviço de triagem neonatal, realizando os Testes da orelhinha e Linguinha; Atua há 19 anos, colaborando na prevenção, avaliação, reabilitação e orientação das questões relacionadas à comunicação humana, de modo integrativo, promovendo saúde com responsabilidade social.


Sávio Duarte, Cirurgião Dentista - Graduado pela Unime - Salvador; Pós Graduado em cirurgia, endodontia (canal) e especialista em Odontopediatria; Atua há 10 anos em Surubim, transformando vidas através de sorrisos, e de forma preventiva nos pacientes pediátricos, onde através do diagnostico conduzimos o tratamento especifico procurando evitar desordens no desenvolvimento estomatognático.


CONFIRA: 






terça-feira, 1 de abril de 2025

MEIs têm novas regras para emissão de notas fiscais

Começam a valer nesta segunda-feira (1º) as novas regras para a emissão eletrônica de notas fiscais por Microempreendedores Individuais (MEIs). Algumas das mudanças estão relacionadas à necessidade de atualização de dados e códigos no sistema.


As novas regras valem para as emissões de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e), bem como para a atualização na tabela de Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP), destinado a identificar o tipo de transação (venda, devolução ou remessa) e seu impacto na tributação.



“Será preciso inserir o Código de Regime Tributário Simples Nacional – MEI (CRT 4), que deve ser usado em conjunto com o CFOP adequado à operação fiscal”, explica o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).


Dessa forma, caberá ao MEI preencher o campo com o regime tributário de microempreendedor individual, que poderá ter a validação realizada na base da Secretaria da Fazenda do estado.


Códigos

Para as operações internas e interestaduais, são usados os códigos 1.202, 1.904, 2.202, 2.904, 5.102, 5.202, 5.904, 6.102, 6.202 e 6.904.


O Sebrae recomenda que, no caso de CFPOs com operações diferentes das disponibilizadas pela Receita Federal, seja feita uma consulta junto à Secretária da Fazenda estadual onde o empreendedor está inscrito.


“Outra mudança é que o MEI, ao realizar venda interestadual a não contribuinte, não precisa se preocupar com o preenchimento de informações referentes ao Diferencial de Alíquotas, pois tal informação é irrelevante por ocasião da utilização do CRT 4”, detalhou o Sebrae.


As novas regras para o MEI em 2025 incluem também mudanças no teto de faturamento, na contribuição mensal e na emissão de notas fiscais.


Os serviços podem ser acessados por meio do Portal do Empreendedor do Governo Federal.


Por Agência Brasil



Pernambuco tem crescimento de 6,2% do PIB no quarto trimestre de 2024, afirma IGPE

No acumulado de 2024, o Estado cresceu 4,9%. Este, segundo o IGPE, é o maior nível de crescimento dos últimos 15 anos, totalizando o valor de R$ 288,67 bilhões


O Estado de Pernambuco teve um crescimento de 6,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre de 2024, em relação ao mesmo período de 2023. A taxa de crescimento da economia pernambucana nos três últimos meses do ano passado foi quase o dobro da média do Brasil no mesmo período, de 3,6%. Os dados preliminares do PIB estadual foram calculados pelo Instituto de Gestão Pública de Pernambuco (IGPE). 


No acumulado de 2024, o Estado cresceu 4,9%. Este, segundo o IGPE, é o maior nível de crescimento dos últimos 15 anos, totalizando o valor de R$ 288,67 bilhões. 


Ainda de acordo com o estudo, todos os setores econômicos do Estado cresceram acima da média do país no quarto trimestre e no acumulado do ano de 2024.


Segundo o secretário estadual de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, Fabrício Marques, os dados reforçam que Pernambuco está em um ritmo acelerado de crescimento, registrando números históricos que não se via há 15 anos e acima da média nacional. 


“Isso é resultado do empenho da gestão da governadora Raquel Lyra para aumentar a capacidade de investimentos e melhorar o ambiente de negócios do Estado, aquecendo a economia e retomando protagonismo de Pernambuco no Nordeste”, afirmou o secretário. 



Setores

A agropecuária pernambucana, no quarto trimestre do ano passado, registrou crescimento de 10,4%, enquanto a média do País foi negativa em 1,5%. O desempenho foi impulsionado pela pecuária. No acumulado de 2024, o crescimento foi de 11,5%. É o segundo ano consecutivo em que a agropecuária cresce acima de dois dígitos.


Já a indústria do Estado cresceu 5,7% no quarto trimestre de 2024, mais do que o dobro da média nacional, que foi de 2,5%. Esse crescimento do setor em Pernambuco foi puxado pela indústria de transformação, que teve alta de 7,5%. 


O setor de serviços, que historicamente possui maior peso no PIB estadual, teve alta de 4,2%, enquanto o Brasil registrou crescimento de 3,4%. Esse número do setor em Pernambuco foi impulsionado pela atividade de comércio, com alta de 6% contra uma taxa de 4,7% registrada pelo País. 


Da Folha de Pernambuco


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